O mês de abril marca o início das atividades, em 2010, do Laboratório de Autoria Ascenso Ferreira, do Sesc Santa Rita. São oficinas, palestras e performances que se prolongam até o final do ano.
Clique aqui para acessar todo o cronograma.
terça-feira, 27 de abril de 2010
domingo, 28 de março de 2010
FOTOS NO BABA DE MOÇO
Fotos no gostosíssimo lançamento do delicioso Baba de Moço de Aymmar Rodriguéz (vulgo Raimundo de Moraes)
Raimundo e eu em frente ao painel referência ao poema eva nos trópicos (do qual reproduz os dois primeiros versos), no interessantíssimo Espaço Muda.
A saideira. Na mesa Marcílio, Cida, Sennor, Lúcia, (eu) Alice e Pedro.
Quem não foi, perdeu.
sexta-feira, 26 de março de 2010
Itaú Cultural abre inscrições para o edital RUMOS LITERATURA 2010-2011
Abertas as inscrições para o edital RUMOS LITERATURA 2010-2011 do Itaú Cultural
O programa Rumos Literatura 2010-2011, conta com o apoio da Anpoll - Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Letras e em Lingüística (http://www.anpoll.org.br/site/).
Inscrições gratuitas: de 3 de março a 31 de julho de 2010.
Público alvo: todas as pessoas interessadas nos temas propostos, independente do nível escolar e atividade profissional.
Em sua quarta edição, o programa Rumos Literatura é dirigido aos interessados em desenvolver textos reflexivos sobre literatura e crítica literária brasileira contemporânea. A novidade desta edição é a possibilidade de estrangeiros se inscreverem. O programa busca colaborar no desenvolvimento de potencialidades ao estimular a formação do interessado em literatura na ampliação de sua rede de relacionamentos intelectuais e profissionais e, posteriormente, lançar e divulgar uma publicação com sua produção autoral.
O programa está dividido em duas categorias:
1. Produção Literária: para projetos de ensaio que tratem de um tema relativo à produção literária brasileira a partir do início dos anos 1980.
2. Crítica Literária: para projetos de ensaio sobre a produção crítica na literatura brasileira realizada a partir do início dos anos 1980.
Importante: o interessado não precisa escrever o ensaio final, apenas o projeto que será desenvolvido em 2011, conforme consta no edital.
. Leia o edital completo, regulamento, prêmios e saiba com se inscrever na página http://www.itaucultural.org.br/index.cfm?cd_pagina=2708.
. Dentre os prêmios, os selecionados receberão apoio financeiro mensal e remuneração referente ao licenciamento dos direitos autorais do trabalho concluído e aprovado.
. E-mail tira dúvida: rumosliteratura@itaucultural.org.br
Acompanhe as notícias e comentários sobre o programa Rumos no blog http://rumositaucultural.wordpress.com/.
Contamos com a sua inscrição e boa sorte!
O programa Rumos Literatura 2010-2011, conta com o apoio da Anpoll - Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Letras e em Lingüística (http://www.anpoll.org.br/site/).
Inscrições gratuitas: de 3 de março a 31 de julho de 2010.
Público alvo: todas as pessoas interessadas nos temas propostos, independente do nível escolar e atividade profissional.
Em sua quarta edição, o programa Rumos Literatura é dirigido aos interessados em desenvolver textos reflexivos sobre literatura e crítica literária brasileira contemporânea. A novidade desta edição é a possibilidade de estrangeiros se inscreverem. O programa busca colaborar no desenvolvimento de potencialidades ao estimular a formação do interessado em literatura na ampliação de sua rede de relacionamentos intelectuais e profissionais e, posteriormente, lançar e divulgar uma publicação com sua produção autoral.
O programa está dividido em duas categorias:
1. Produção Literária: para projetos de ensaio que tratem de um tema relativo à produção literária brasileira a partir do início dos anos 1980.
2. Crítica Literária: para projetos de ensaio sobre a produção crítica na literatura brasileira realizada a partir do início dos anos 1980.
Importante: o interessado não precisa escrever o ensaio final, apenas o projeto que será desenvolvido em 2011, conforme consta no edital.
. Leia o edital completo, regulamento, prêmios e saiba com se inscrever na página http://www.itaucultural.org.br/index.cfm?cd_pagina=2708.
. Dentre os prêmios, os selecionados receberão apoio financeiro mensal e remuneração referente ao licenciamento dos direitos autorais do trabalho concluído e aprovado.
. E-mail tira dúvida: rumosliteratura@itaucultural.org.br
Acompanhe as notícias e comentários sobre o programa Rumos no blog http://rumositaucultural.wordpress.com/.
Contamos com a sua inscrição e boa sorte!
terça-feira, 23 de março de 2010
ENTREVISTA
Aproveitando a onda do lançamento do livro, o INTERPOETICA colocou Aymmar/Raimundo na berlinda para uma entrevista.
Raimundo de Moraes – ou melhor, seu heterônimo Aymmar Rodriguéz – perdeu a virgindade editorial e no próximo 26 de março estará lançando o seu pancadão poético Baba de Moço. Aproveitando a onda do lançamento do livro, colocamos Aymmar/Raimundo na berlinda para uma entrevista. Raimundo indicou por quem queria ser sabatinado. Só fera, minha gente. E, pela perguntas feitas e pelas respostas dadas, a entrevista transformou-se numa verdadeira aula de literatura. Alguns entrevistadores mandaram mais de uma pergunta, e os poetas fizeram questão de responder a todas. E estamos contentes em compartilhar com vocês mais um grande momento do Interpoética.
Feliz retorno, Aymmar.
Os Editores
A conferir no http://www.interpoetica.com/entrevista.htm
sábado, 20 de março de 2010
Baba de Moço
Divulgando lançamento do Baba de Moço de Aymmar Rodriguéz, heterônimo do premiado poeta Raimundo de Moraes.
Mais sobre o Baba, acesse: http://babecomigo.weebly.com/index.html
Vale, demais, conferir.
segunda-feira, 8 de março de 2010
HISTÓRIAS POSSÍVEIS
Vale conferir HISTÓRIAS POSSÍVEIS edição 57
… Quando sentiu a tragédia, voltou a ser ele próprio, sentindo as forças esgotarem-se nos estertores da morte. Novamente é ele o observador, e observa a cena: as peras continuam na fruteira, no mesmo lugar a mesa e a toalha, as flores, a sala, ele e seus olhos. Tudo permanece, como sempre, apenas a mosca está morta e já não faz mais parte do ambiente. E, no entanto, nada mudou. Todo o conflito que viveu, todo o seu angustiante dividir-se, tudo é acabado. O mundo permanece, indiferente à sua morte, à sua queda. O seu pequeno mundo, feito de uma sala, de uma mesa e de uma fruteira cheia de peras, que continuam adormecidas, apodrecendo sua solidão e seu marasmo nas tardes quentes.
Silenciosamente, pé ante pé, como se cumprisse um ritual, ele se levanta e se aproxima da fruteira. Com a ponta dos dedos retira cuidadosamente o inseto, e sem uma sombra de qualquer sentimento no rosto, atira-o na cesta de lixo, seu último reduto.
Eu, pecador, absoluto em meu pecado, todo poderoso construtor dos meus desvarios, confesso-me a mim. E jogado sobre a poltrona, nestas tardes monótonas e quentes, pressinto e antecipo a queda da próxima mosca, e o ranger de dentes das peras, deixadas solitárias na fruteira.
[Willian Blake, do Livro “ O DEVORADOR DE PALAVRAS”. Trad. Desconhecido]
Dos colaboradores
Prezada Senhora Editora, André de Leones
Black is Beautiful, Daniela Mendes
Arrimo, Gerusa Leal
O silêncio dos cães, Leandro Resende
Fragmentos, Lúcia Bettencourt
Dois Senhores, Maurício de Melo
[Imagem: Jacob GREENLAND. Tiniteqilaaq. 2001. A boy does a somersault and lands in a deep pile of snow].
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
O Mundo Circundante
Postagem especial sobre as mulheres no blog do poeta, crítico literário e ensaísta Luiz Carlos Monteiro. Confira lá, também, UM POEMA DE GERUSA LEAL.
http://omundocircundante.blogspot.com/2010/02/notas-cotidianas-e-literarias-x.html#comment-form
http://omundocircundante.blogspot.com/2010/02/notas-cotidianas-e-literarias-x.html#comment-form
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Um cochilo depois do jantar
Destacando meu texto publicado na Edição de Natal da revista eletrônica Histórias Possíveis (para quem não conseguiu, para chegar aos textos, não só o meu, mas o de cada colaborador, basta clicar no link título do texto, ao lado do nome do colaborador).
Um cochilo depois do jantar
By historiaspossiveisGerusa Leal
Quando parava o que estava fazendo, percebia o quanto o apartamento era grande e silencioso àquela hora da tarde. Boa parte da arrumação já estava terminada. Encaixou Autran Dourado entre Augusto dos Anjos e Balzac e imaginou o que pensariam os autores, das improváveis companhias a que a vizinhança os obrigava. Depois ajoelhou no chão e acabou de organizar a prateleira de baixo da última estante. O marido entrava, sentava do lado e começava a pegar um livro, depois outro, depois outro e ao devolvê-los ia trocando as posições. Até que ela, com fingida raiva, atirava nele o exemplar que ainda tivesse nas mãos para fazê-lo parar. Ele saltava, se esquivando, roubava-lhe os que ainda não haviam sido recolocados, ela interrompia a tarefa e ia curtir o companheiro.
E o mundo continuava a girar, independente dela. Queria dançar. Colocou o CD, e ao som de don’t let me be misunderstood deixou que o Santa Esmeralda conduzisse braços, pernas, cabeça, o corpo inteiro em coreografias improvisadas onde só o que importava era se mexer no ritmo da música. A filha e as amigas chegavam, ela congelava a performance, disfarçava, passava a mão por cima de um móvel para conferir se não havia poeira depositada.
Amanhã a poeira voltaria a se depositar, feito todos os dias. Mas não importava. Não a incomodaria mais. O telefone tocou. Desligou o som e foi atender. Era a filha. Para desejar que a noite fosse de paz. A filha sempre teve a arte de conseguir inibi-la quando estava fazendo algo prazeroso. Tinha um sexto sentido para isso. Guardou o CD e acabou de colocar o último livro na prateleira.
Não havia pena, nem raiva. Queria tudo perfeito. Forrou a toalha branca, pôs o prato, o talher, a taça, o arranjo de flores. Viu a agenda aberta sobre a mesa de centro, nenhum compromisso anotado para o dia seguinte. Fechou, colocou a caneta ao lado. Passou na cozinha, conferiu o assado, foi para o chuveiro.
O órgão tocava o oratório de Natal de Bach. Ainda conseguiu lugar, mas nas últimas filas. Não fazia mal. A acústica da igreja era excelente. Mergulhou naquele oceano de sons, vibrações, odor de incenso e de cera derretida em pingos que escorriam feito lágrimas, numa solidão congelada de parafina. Lembrou que não havia trocado o lençol da cama. Deixou para lá. Talvez ninguém passasse da sala mesmo. Pelo menos nas primeiras horas.
Degustava o tender saboreando o contraste do salgado da carne e o agridoce do molho com cereja. O vinho aquecia por dentro. A luz das velas era suave e oscilante. Feito a da televisão no escuro da sala.
Checou mais uma vez a gaveta dos documentos, todos os importantes estavam ali. Não queria dificultar a vida de ninguém. Sentou no sofá e começou a ver o especial, recostada nas almofadas.
A faxineira ligou para a filha da patroa. Não era notícia que ninguém gostasse de dar, principalmente numa manhã de Natal. Mas o que é que ela podia fazer? Pelo menos a patroa já estava no seu melhor vestido, o par de sapatos preferido, bem penteada e maquiada. Ela nunca havia gostado de dar trabalho a ninguém.
Era um bom emprego, ia sentir falta. Da patroa também, é claro.
Essa entrada foi postada em Dezembro 21, 2009 às 6:34 pm sob a(s) categoria(s)Gerusa Leal. Você pode acompanhar as respostas desse post através do RSS 2.0feed. Respostas estão atualmente fechadas, mas você pode responder do seu próprio site.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
HISTÓRIAS POSSÍVEIS - Edição de Natal
imagem: Natasja Fourie
“O mundo está em decomposição, graças a Deus”.
Jacques Lacan
DOS COLABORADORES
André de Leones, Noel
Daniela dos Santos, Dia Seguinte
Daniela Mendes, Descartável para quem não aprecia detalhes
Dheyne de Souza, num canto natal
Erwin Maack, Amigo Secreto
Gerusa Leal, Um cochilo depois do jantar
Leandro Resende, O Papai Noel que sabia demais
Lúcia Bettencourt, História do Natal
Susana Fuentes, Natal clandestino
Wesley Peres, Xícara de chá cheia de café
domingo, 20 de dezembro de 2009
POESIA VIVA DA CIDADE
Poema meu no blog de Juareiz Correya, que vale conferir http://www.jcorreya.blog-se.com.br/blog/conteudo/home.asp?idblog=16039
OLINDA, de Gerusa Leal
Trago na boca da memória o gosto
ácido-adocidado das caipirinhas
sorvida na juventude dos teus carnavais.
Os ventos das lembranças despenteiam-me
os cabelos quando do alto da alma
olho para Recife ouvindo os sinos da Sé.
Tuas ladeiras ensinaram-me o gingado
que levo por onde eu for. assim como
o aprendizado de esperar sempre a surpresa
em cada esquina que me leva
aos quatro cantos do mundo.
A tua lua me traz o fogo do beijo
trocado com quem não lembro
naquela noitinha fresca
de amores adolescentes.
Te vejo, Olinda, oscilando com o vento
nas palhas dos teus coqueiros.
E te respiro no cheiro da maresia
que me entranha as narinas
sempre que volto a me abrigar nestes teus braços
acolhedores e sorrio o teu sorriso
de gente simples que te vive inconsciente
da vida tanta com que tu nos presenteias
nos teus pensares de cidade secular.
E enquanto tu nos ninas com as badaladas
dos sinos das tuas igrejas na hora da ave-maria,
sonho meus sonhos de menina pés descalços
a pular as tantas ondas sempre mornas do teu mar.
OLINDA, de Gerusa Leal
Trago na boca da memória o gosto
ácido-adocidado das caipirinhas
sorvida na juventude dos teus carnavais.
Os ventos das lembranças despenteiam-me
os cabelos quando do alto da alma
olho para Recife ouvindo os sinos da Sé.
Tuas ladeiras ensinaram-me o gingado
que levo por onde eu for. assim como
o aprendizado de esperar sempre a surpresa
em cada esquina que me leva
aos quatro cantos do mundo.
A tua lua me traz o fogo do beijo
trocado com quem não lembro
naquela noitinha fresca
de amores adolescentes.
Te vejo, Olinda, oscilando com o vento
nas palhas dos teus coqueiros.
E te respiro no cheiro da maresia
que me entranha as narinas
sempre que volto a me abrigar nestes teus braços
acolhedores e sorrio o teu sorriso
de gente simples que te vive inconsciente
da vida tanta com que tu nos presenteias
nos teus pensares de cidade secular.
E enquanto tu nos ninas com as badaladas
dos sinos das tuas igrejas na hora da ave-maria,
sonho meus sonhos de menina pés descalços
a pular as tantas ondas sempre mornas do teu mar.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Lua Negra
Poema do livro Versilêncios, no excelente blog de César dos Anjos.
http://sistemapoetico.blogspot.com/2009/12/lua-negra.html
Poeta menor, senti-me agraciada por aparecer na impecável seleção do César. Para quem gosta de poesia de primeira, vale conferir o blog inteiro.
http://sistemapoetico.blogspot.com/
sábado, 28 de novembro de 2009
VOZES FEMININAS - Festival de Inverno de Garanhuns 2009
Mariane Bigio, Silvana Menezes e Biagio Pecorelli, em apresentação na Casa da Palavra, no Festival de Inverno de Garanhuns, em Julho de 2009. Abrem o vídeo com trechos de dois poemas meus, do livro Versilêncios.
http://www.youtube.com/watch?v=DcXXwPqrE4U
http://www.youtube.com/watch?v=DcXXwPqrE4U
terça-feira, 24 de novembro de 2009
HISTÓRIAS POSSÍVEIS - EDIÇÃO ESPECIAL DE ANIVERSÁRIO
EDIÇÃO 54 – Superedição Comemorativa de 2 Anos
imagem: zdzislaw beksinski
“Se acreditamos com tanta ingenuidade nas idéias é porque esquecemos que foram concebidas por mamíferos”.
“Para quem respirou a Morte, que desolação o odor do Verbo!”
“Muito antes da física e da psicologia nascerem, a dor desintegrava a matéria e a angústia a alma”.
“ (…) aceita essa chaga de nove aberturas que é o corpo, segundo oBhagavad-Gita. A sabedoria? Sofrer dignamente a humilhação que nos infligem nossos nove buracos”.
[Emil Cioran, em Silogismos da Amargura, tradução de José Thomaz Brum, Ed. Rocco]
DOS COLABORADORES
André de Leones, Não aconteceu muita coisa no primeiro assalto
Daniela dos Santos, Roda
Daniela Mendes, … estou completamente idiota
Dheyne de Souza, A costura dos braços no sono
Erwin Maack, Cabras da peste
Gerusa Leal, Os Cães
Leandro Resende, HQ do tempo estacionário
Lúcia Bettencourt, Peguete
Maurício Melo Júnior, Urbanas fotografias humanas
Nereu Afonso, Crônica de enfermaria
Susana Fuentes, Uma estranha no vento
Wesley Peres, Acordado dentro do corpo
DOS CONVIDADOS
Isabel Roriz, Tratado absorto de um ser inadvertido
Paulo Guicheney, Terceiro Movimento
DA ASSINANTE
Tere Tavares, No crepúsculo todas as cordas são pardas
HISTÓRIAS POSSÍVEIS
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
2º PRÊMIO LITERATURA NO CELULAR - VENCEDORES
Confira os dez textos vencedores do 2º PRÊMIO LITERATURA NO CELULAR da FLIPORTO 2009.
http://www.fliporto.net/2literatura_celular_vencedores.html
O meu foi classificado em 6º
"Amanhã já é setembro,
mas os ventos de agosto
sem mesura ou cerimônia
nem fúria nem desalento
ainda dançam e fustigam
as veredas do sem tempo
que se desenham no rosto."
http://www.fliporto.net/2literatura_celular_vencedores.html
O meu foi classificado em 6º
"Amanhã já é setembro,
mas os ventos de agosto
sem mesura ou cerimônia
nem fúria nem desalento
ainda dançam e fustigam
as veredas do sem tempo
que se desenham no rosto."
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Bienal - Lançamento Contos de Oficina
No lançamento de Contos de Oficina 2009, na Bienal do Livro de Pernambuco, com Cleonice, Inah, Carrero e Ney. Foto cortesia de Heleno e Udinha.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
terça-feira, 27 de outubro de 2009
GERMINA
Textos meus na GERMINA
http://www.germinaliteratura.com.br/2009/gerusa_leal.htmGERMINA - Revista de Literatura
domingo, 25 de outubro de 2009
sábado, 24 de outubro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Bienal do Livro de Pernambuco - Sessão de autógrafos
Em sessão de autógrafos de Versilêncios na Plataforma de Lançamentos da Bienal Internacional do Livro de Pernambuco 2009, com André Cervinskis, prefaciador do livro, e Silvana Menezes, poetisa e atriz que fez recital com poemas da autora no evento.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Bienal do Livro de Pernambuco - Homenagem a Terêza Tenório
Na foto, da esquerda para a direita, Ariadne Quintela, Lucila Nogueira, Wellington de Melo, Adélia Coelho e eu. Participação em recital em homenagem à poetisa Terêza Tenório, onde disse o belíssimo
Vivendo o nunca mais
Terêza Tenório
Meu Pai sozinho
Meu pai sempre em silêncio
A silhueta do meu Pai
Na noite fria meu pai sorrindo
O nunca mais é fera
No mês de maio meu pai sempre presente
seu cachenet cinzento
Meu pai ora calado
ausente
É fera o nunca mais
sábado, 17 de outubro de 2009
Edição 53 de HISTÓRIAS POSSÍVEIS
Escritores não são pessoas normais feito eu e você. Escritores têm “bloqueio” – um jeito pretensioso de dizer que eles não têm porra nenhuma na cabeça. Você não vê carteiros parados no meio da rua, a mão cheia de envelopes, falando sozinhos: “Não adianta! Por mais que eu entregue cartas, eu jamais farei uma obra-prima! Ou cirurgiões: “Não adianta! Implantar esta ponte de safena não fará de mim um novo James Joyce!”
As pessoas simplesmente fazem. Plantam tomates. Colhem abóboras. Pilotam tratores. Praticam abominações com animais de pequeno porte. Escritor não. Escritor trava. Escritor estanca. Escritor estrila. E aí, meu amigo, não há o que fazer, a não ser, talvez, usar o bloqueio a seu favor e escrever um conto.
[Edson Aran]
As pessoas simplesmente fazem. Plantam tomates. Colhem abóboras. Pilotam tratores. Praticam abominações com animais de pequeno porte. Escritor não. Escritor trava. Escritor estanca. Escritor estrila. E aí, meu amigo, não há o que fazer, a não ser, talvez, usar o bloqueio a seu favor e escrever um conto.
[Edson Aran]
DOS COLABORADORES
Gerusa Leal, Toque
Lúcia Bettencourt, Pornoproust
Nereu Afonso, Queria mesmo é que um raio caísse no final da história!
Lúcia Bettencourt, Pornoproust
Nereu Afonso, Queria mesmo é que um raio caísse no final da história!
DO CONVIDADO
Halley Margon V. Jr., Malevich, 1905
E DA ASSINANTE
Andrea Mello, Mergulho
[ Imagem: site Obvious]
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